Vi em alguns blogs e achei muito interessante a ideia de postar informações sobre nossas cidades. Assim, é possível conhecer um pouco de cada município, sua história, seus pontos turísticos, enfim, um pouco de sua cultura.
O Município
Serafina Corrêa está situada entre vales e montanhas, na Encosta Superior do Nordeste do Rio Grande do Sul. Possui uma área total de 160 Km², com uma população aproximadamente de 15 mil habitantes.
A agropecuária e as indústrias são a base da economia que sustenta o desenvolvimento social, colocando o município em destaque entre os 496 municípios gaúchos.
A agropecuária e as indústrias são a base da economia que sustenta o desenvolvimento social, colocando o município em destaque entre os 496 municípios gaúchos.
Histórico do Município
A colonização da antiga 'Linha Onze' ou ' Rosário de Guaporé' iniciou-se por volta de 1892 com a chegada dos primeiros imigrantes italianos, oriundos do norte da Itália.
Os pioneiros, traziam em si um grande ideal e o desejo de fazer da nova terra a sua nova Pátria.
A então 'Linha Onze' foi fundada por seus primeiros moradores: José Franciosi, Orestes Assoni, Antonio Marin e João Variani, seguidos após por Achyles Cervieri, Anibal Fornari e Francisco Pan.
1905- É elevada a Capela Curada, com o primeiro Pároco, Pe. Stefano Noce.
1908- D.Fifina Corrêa, como era conhecida até 1910, segundo relatórios oficiais.
1911- Ato nº40, elevada a Distrito.
1921- De Curato a Paróquia sob o orago de N. Sra. do Rosário de Guaporé.
1924- Serafina Corrêa é novamente rebaixada a povoado para, no ano imediato em 1925, novo Ato Municipal estabelecer novamente a sua condição de Distrito.
Finalmente, em 07 de agosto de 1930, com a intervenção do Estado, foi fixada como Distrito, condição em que permaneceu até 25 de Julho de 1960, quando pela Lei nº 3.932, foi elevada a categoria de Município, desmembrando-se de Guaporé.
O nome Serafina Corrêa é uma homenagem a esposa do 1º Intendente de Guaporé, Município-Mãe, Sr. Vespasiano Corrêa.
Esposa romântica, bem humorada, voluntariosa e exercendo grande influência sobre o marido, era de feições delicadas e porte elegante.
Mãe expansiva, sempre alegre e extremosa, pertencente a uma família de músicos; ela mesma, tocava violino.
Serafina Corrêa, Dona Fifina, como era chamada carinhosamente por amigos, nasceu em 14 de Maio de 1880, Estância dos Vieira de Castro, atualmente pertencente à Reserva Ecológica do Taim, distrito de Rio Grande.
Filha de Luíz Vieira de Castro e de Cantídia Corrêa Vieira de Castro, tinha uma única irmã de nome Clarinha, embora, pertencesse a uma família bastante numerosa e unida.
Seus dias, na infância e na adolescência, foram passados na tranquilidade da Estância do Salso, hoje, Estância Branquinha do Salso, em Rio Grande. E parte de seus estudos foram feitos, no colégio São José, em São Leopoldo, dirigido pelas Irmãs Franciscanas, de origem alemã.
A Mãe, Dona Cantídia, de quem assumiu muito do caráter, era mulher de personalidade forte, influente e decidida.
Casou-se com o Engenheiro Vespasiano Rodrigues Corrêa, na cidade de Rio Grande, quando se transferiram para Porto Alegre, pois, ele trabalhava na Secretaria de Obras Públicas como agrimensor, e exercendo, mais tarde, um cargo de confiança, no Governo Borges de Medeiros.
Em 1899, Vespasiano Corrêa foi designado para um trabalho demarcatório de lotes em Guaporé, com a incumbência de fazer cumprir a lei, no que dizia respeito a posseiros ocupando terras do governo.
E em 1904, foi nomeado o primeiro Intendente do então Município de Guaporé.
Dessa época, conta-se um fato curioso da vida do casal: “Tanto na partida como na chegada do Intendente, que era anunciada com antecedência à esposa deste, Dona Fifina (Serafina Corrêa), mulher voluntariosa e decidida (dizem que a influência sobre o marido era enorme), convocava a Banda para tocar o Hino Nacional, enquanto pomposamente partia ou chegava o Senhor Intendente”.
Doutor Vespasiano Corrêa morreu prematuramente aos 38 anos de idade, na cidade de Pelotas. A família, então, já morava em Porto Alegre, depois de ter vivido em Guaporé. E, desse casamento nasceu um único filho, Luiz Vespasiano Corrêa.
Passados alguns anos, Dona Fifina desposou, em segundas núpcias, o Deputado e Senador Ildefonso Simões Lopes, irmão, por parte de pai, do conhecido escritor gaúcho João Simões Lopes Neto. Vivendo, então, no Rio de Janeiro, quando morreu em 23 de Dezembro de 1945.
A passagem do casal por nossa região, embora curta, foi marcante política, social e culturalmente.
Já nos primórdios deste século, nosso município, que era um povoado e se chamava Dona Fifina, vulgar e oficialmente, em homenagem à Dona Serafina Corrêa.
Só em 1925, o nosso município passou a se chamar Serafina Corrêa, como um reconhecimento definitivo à esposa do Primeiro Intendente de Guaporé.
Os pioneiros, traziam em si um grande ideal e o desejo de fazer da nova terra a sua nova Pátria.
A então 'Linha Onze' foi fundada por seus primeiros moradores: José Franciosi, Orestes Assoni, Antonio Marin e João Variani, seguidos após por Achyles Cervieri, Anibal Fornari e Francisco Pan.
1905- É elevada a Capela Curada, com o primeiro Pároco, Pe. Stefano Noce.
1908- D.Fifina Corrêa, como era conhecida até 1910, segundo relatórios oficiais.
1911- Ato nº40, elevada a Distrito.
1921- De Curato a Paróquia sob o orago de N. Sra. do Rosário de Guaporé.
1924- Serafina Corrêa é novamente rebaixada a povoado para, no ano imediato em 1925, novo Ato Municipal estabelecer novamente a sua condição de Distrito.
Finalmente, em 07 de agosto de 1930, com a intervenção do Estado, foi fixada como Distrito, condição em que permaneceu até 25 de Julho de 1960, quando pela Lei nº 3.932, foi elevada a categoria de Município, desmembrando-se de Guaporé.
O nome Serafina Corrêa é uma homenagem a esposa do 1º Intendente de Guaporé, Município-Mãe, Sr. Vespasiano Corrêa.
Origem do nome de Serafina Corrêa
Serafina Corrêa, mulher de grande sensibilidade e forte personalidade, deu o nome ao nosso município. Por isso, no ano em que comemoramos o Cinquentenário do Município (2010), prestamos nossa homenagem à Dona Fifina, contando um pouco de sua história.Esposa romântica, bem humorada, voluntariosa e exercendo grande influência sobre o marido, era de feições delicadas e porte elegante.
Mãe expansiva, sempre alegre e extremosa, pertencente a uma família de músicos; ela mesma, tocava violino.
Serafina Corrêa, Dona Fifina, como era chamada carinhosamente por amigos, nasceu em 14 de Maio de 1880, Estância dos Vieira de Castro, atualmente pertencente à Reserva Ecológica do Taim, distrito de Rio Grande.
Filha de Luíz Vieira de Castro e de Cantídia Corrêa Vieira de Castro, tinha uma única irmã de nome Clarinha, embora, pertencesse a uma família bastante numerosa e unida.
Seus dias, na infância e na adolescência, foram passados na tranquilidade da Estância do Salso, hoje, Estância Branquinha do Salso, em Rio Grande. E parte de seus estudos foram feitos, no colégio São José, em São Leopoldo, dirigido pelas Irmãs Franciscanas, de origem alemã.
A Mãe, Dona Cantídia, de quem assumiu muito do caráter, era mulher de personalidade forte, influente e decidida.
Casou-se com o Engenheiro Vespasiano Rodrigues Corrêa, na cidade de Rio Grande, quando se transferiram para Porto Alegre, pois, ele trabalhava na Secretaria de Obras Públicas como agrimensor, e exercendo, mais tarde, um cargo de confiança, no Governo Borges de Medeiros.
Em 1899, Vespasiano Corrêa foi designado para um trabalho demarcatório de lotes em Guaporé, com a incumbência de fazer cumprir a lei, no que dizia respeito a posseiros ocupando terras do governo.
E em 1904, foi nomeado o primeiro Intendente do então Município de Guaporé.
Dessa época, conta-se um fato curioso da vida do casal: “Tanto na partida como na chegada do Intendente, que era anunciada com antecedência à esposa deste, Dona Fifina (Serafina Corrêa), mulher voluntariosa e decidida (dizem que a influência sobre o marido era enorme), convocava a Banda para tocar o Hino Nacional, enquanto pomposamente partia ou chegava o Senhor Intendente”.
Doutor Vespasiano Corrêa morreu prematuramente aos 38 anos de idade, na cidade de Pelotas. A família, então, já morava em Porto Alegre, depois de ter vivido em Guaporé. E, desse casamento nasceu um único filho, Luiz Vespasiano Corrêa.
Passados alguns anos, Dona Fifina desposou, em segundas núpcias, o Deputado e Senador Ildefonso Simões Lopes, irmão, por parte de pai, do conhecido escritor gaúcho João Simões Lopes Neto. Vivendo, então, no Rio de Janeiro, quando morreu em 23 de Dezembro de 1945.
A passagem do casal por nossa região, embora curta, foi marcante política, social e culturalmente.
Já nos primórdios deste século, nosso município, que era um povoado e se chamava Dona Fifina, vulgar e oficialmente, em homenagem à Dona Serafina Corrêa.
Só em 1925, o nosso município passou a se chamar Serafina Corrêa, como um reconhecimento definitivo à esposa do Primeiro Intendente de Guaporé.
Fonte: Site da Prefeitura Municipal de S. Corrêa


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